Conheça a capa da 5ª edição da Proust Magazine

Um primeiro olhar para a edição de novembro, com lançamento público em 1º de novembro.

A quinta edição da Proust Magazine começa a se apresentar pela capa. Mãos que acolhem a água, um caminho até o mar e a lua sobre o horizonte compõem a imagem que acompanhará a revista de novembro de 2026.

Capa azul-clara da quinta edição da Proust Magazine: mãos com um fio de contas seguram água que escorre por pedras em direção ao mar, sob uma lua cheia. Título em azul escuro e moldura dourada.
Proust Magazine — Vol. 1, No. 5 (nov/2026). Lançamento público em 1º de novembro.

Desenvolvida a partir de uma das ilustrações da própria edição, ligada ao poema Navegação, a capa reúne o movimento da água e a delicadeza de um gesto. Por enquanto, compartilhamos esse primeiro olhar; os textos e as vozes que fazem parte do novo número serão conhecidos no lançamento.

Depois do vinho da quarta edição, o azul claro traz uma nova luminosidade à sequência de capas da Proust. A moldura e os detalhes dourados mantêm a continuidade visual da revista, em torno de suas três palavras: literatura, memória e reflexão.

A quinta edição reúne contos, poemas e memórias e segue a proposta que acompanha a Proust desde o início: abrir espaço para a autoria e para as experiências que encontram na literatura uma forma de permanecer.

O lançamento público será em 1º de novembro. Até lá, fica o convite para conhecer a nova capa e explorar as edições anteriores da revista.

Conheça as edições da Proust Magazine.

O escritor e o marinheiro: uma leitura de No País dos Ianques

O prefácio de Cadu Bezerra aproxima o escritor e o marinheiro a partir de uma pesquisa dedicada ao conjunto da obra de Adolfo Caminha.

O prefácio de No País dos Ianques é assinado por Carlos Eduardo de Oliveira Bezerra, o Cadu Bezerra, professor da Unilab (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira), doutor em Letras pela Unesp e pesquisador da obra de Adolfo Caminha.

“manipulava velas e penas, cordas e palavras”

Carlos Eduardo de Oliveira Bezerra

A imagem reúne duas experiências que atravessam No País dos Ianques: a vida de marinheiro e o trabalho do escritor. O trecho integra o prefácio da edição em preparação pela Proust, na série Vozes do Passado.

Bezerra é autor de Adolfo Caminha: um polígrafo na literatura brasileira do século XIX (1885–1897), estudo dedicado ao conjunto da produção de Caminha, incluindo sua ficção, crítica e escrita jornalística. Essa familiaridade com a obra sustenta uma leitura que põe o relato de viagem em diálogo com a trajetória literária do escritor.

Conhecido sobretudo pelos romances A normalista e Bom-crioulo, Adolfo Caminha também deixou um relato de sua viagem aos Estados Unidos. Nele, a passagem por outros portos se transforma em observação, lembrança e escrita. A rotina a bordo divide espaço com as cidades, os encontros, a vida pública e o entusiasmo diante de um mundo em transformação.

É essa convivência que a leitura de Bezerra ajuda a perceber. O viajante registra aquilo que vê com a atenção de quem procura guardar a experiência. Mais tarde, ao narrá-la, escolhe cenas, estabelece comparações e dá forma às memórias. A viagem fornece a matéria; a escrita faz dela um livro.

O Brasil no horizonte

Os Estados Unidos ocupam o primeiro plano do relato, mas o país de origem do viajante continua presente. No prefácio, Bezerra chama a atenção para esse movimento: o olhar que se dirige ao estrangeiro também retorna ao Brasil, pela comparação e pelos sentimentos de quem está longe de casa.

A admiração pelo que Caminha encontra na viagem convive, assim, com a saudade. As diferenças entre os lugares não aparecem isoladas: são percebidas por um escritor brasileiro, marcado por sua formação, suas leituras e sua experiência. Ler o relato é acompanhar tanto o percurso do navio quanto esses deslocamentos do olhar.

Um caminho de leitura

O prefácio oferece uma entrada para essa dimensão de No País dos Ianques. Ao aproximar o marinheiro do escritor, Bezerra convida a ler as páginas para além da sequência de destinos: interessa também como Caminha observa, recorda e transforma o vivido em narrativa.

A edição da Proust está em preparação na série Vozes do Passado. Para conhecer o trabalho editorial e os materiais que acompanham o texto, leia também No País dos Ianques: por dentro da edição da Proust.

Crédito do trecho: Carlos Eduardo de Oliveira Bezerra, prefácio de No País dos Ianques, edição Proust em preparação, p. 12.

No País dos Ianques: por dentro da edição da Proust

Conheça a edição de No País dos Ianques da Proust: texto preparado a partir de 1894, prefácio, cronologia e imagens com fontes identificadas.

Uma primeira visita ao texto de Adolfo Caminha e às escolhas que orientam a nova edição da série Vozes do Passado.

“Reproduzir, com a possível exatidão, o que vi, somente o que vi.” Na introdução de No País dos Ianques, Adolfo Caminha apresenta assim o propósito de suas páginas. O relato nasce de um olhar pessoal: a admiração, o estranhamento e as comparações de um escritor brasileiro diante dos Estados Unidos do século XIX.

A edição que a Proust prepara convida a acompanhar esse olhar e a conhecer um Caminha que também foi marinheiro e viajante. O cuidado começa na fonte do texto e continua nas páginas que o leitor terá em mãos.

Página da edição com retrato de Adolfo Caminha em xilogravura e identificação da fonte.
Retrato de Adolfo Caminha, xilogravura de Pastor, publicada em A Mala da Europa (Portugal, 1896). Amostra digital da edição em preparação.

Um texto preparado a partir da edição de 1894

A edição-fonte é No Paiz dos Yankees, publicada no Rio de Janeiro por Domingos de Magalhães em 1894. O exemplar adotado pertence às University of California Libraries e foi digitalizado pelo Internet Archive. Ele orienta as decisões textuais do trabalho editorial, com confronto de transcrições digitais de acervos públicos.

Identificar essa origem permite ao leitor saber de onde vem o texto que está lendo. A nota da edição apresenta o percurso e explicita os critérios da preparação.

Ortografia atualizada, voz preservada

A grafia foi atualizada segundo a norma vigente no Brasil. O vocabulário, a sintaxe e o estilo de Caminha foram preservados, assim como, tanto quanto possível, sua pontuação. Erros tipográficos inequívocos foram corrigidos e notas pontuais ajudam a situar expressões e referências.

As marcas históricas do relato também permanecem. A nota editorial esclarece a presença de termos e juízos hoje reconhecidos como preconceituosos e os situa como parte do documento de época.

Página da introdução de No País dos Ianques, com título e letra capitular no início do texto.
Abertura da introdução de No País dos Ianques. Amostra digital do miolo em preparação, p. 17.

Um prefácio para acompanhar a viagem

O prefácio é de Carlos Eduardo de Oliveira Bezerra, professor da Unilab e pesquisador da obra de Caminha. Sua leitura situa o livro no percurso do autor e chama a atenção para um movimento que atravessa o relato: ao observar os Estados Unidos, o viajante também se volta para o Brasil, pelas comparações e pela saudade.

É uma companhia para a leitura, capaz de aproximar o leitor das circunstâncias e das perguntas do livro.

Imagens e cronologia na experiência de leitura

O volume inclui o retrato de Caminha em xilogravura de Pastor, publicado em A Mala da Europa em 1896, e ilustrações presentes na edição de 1894, como o cruzador Almirante Barroso e a entrada de Nova Orleans. As imagens aparecem com a identificação de suas fontes.

Ilustração do cruzador Almirante Barroso, com a legenda e a fonte de 1894 na página da edição.
Cruzador Almirante Barroso. Ilustração publicada em No Paiz dos Yankees (Rio de Janeiro, 1894), reproduzida na edição em preparação.

A cronologia reúne acontecimentos da vida e da produção do escritor e registra suas referências. Ela ajuda, por exemplo, a distinguir a viagem de 1886, a redação declarada em 1890 e a publicação do livro em 1894.

Nas amostras digitais, já é possível conhecer o retrato, a abertura da introdução e detalhes da composição. São páginas de uma edição ainda em preparação, oferecidas como um primeiro encontro com a leitura.

No País dos Ianques integra a série Vozes do Passado e terá edição em brochura. Acompanhe a Proust para conhecer outras páginas do volume e receber a comunicação de abertura das vendas.

Últimos dias para enviar textos à edição de novembro da Proust Magazine

Contos, poemas e memórias recebidos pelo Edital Permanente até quarta-feira, 21 de outubro, poderão ser considerados para a próxima edição mensal.

A Proust Magazine recebe até quarta-feira, 21 de outubro, textos para avaliação editorial com vistas à edição de novembro.

O envio é feito pelo Edital Permanente, aberto a contos, poemas e memórias em língua portuguesa. A submissão é gratuita, e cada trabalho pode ter até quatro páginas. Não é necessário ter experiência editorial anterior: o que orienta a curadoria é a qualidade literária, a voz autoral e o diálogo do texto com a proposta da revista.

O edital permanece aberto em fluxo contínuo. O dia 21 de outubro funciona como corte editorial para a edição de novembro; trabalhos enviados depois dessa data poderão ser avaliados para edições futuras.

Duas chamadas, dois textos

Também está aberta a chamada para O absurdo, edição temática da Proust Magazine prevista para janeiro de 2027.

É possível participar das duas chamadas. Sugerimos, porém, que cada pessoa envie textos diferentes: trabalhos selecionados para a edição de novembro não serão republicados na edição temática de janeiro. Assim, cada submissão preserva sua possibilidade editorial e pode dialogar de maneira mais precisa com a proposta correspondente.

Para a edição de novembro, leia o Edital Permanente e envie seu texto até 21 de outubro.

Se deseja participar da edição temática, consulte também o edital de O absurdo, com inscrições até 20 de novembro.

Sua voz importa. Envie seu conto, poema ou memória para a Proust Magazine.

Pequenas permanências: cinco capas, uma escolha em comunidade

Escolher a capa de um livro é decidir como ele se apresenta antes mesmo da primeira página. A imagem, as cores e a tipografia criam uma expectativa de leitura — e diferentes propostas podem oferecer entradas muito distintas para uma mesma obra.

Para Pequenas permanências, primeiro volume dos Cadernos Proust, compartilhamos cinco propostas com os integrantes do Salão Literário da Proust e os convidamos a participar da escolha.

O livro reúne textos de diferentes autoras e autores em torno daquilo que permanece: lembranças, objetos, gestos, lugares e experiências que continuam nos acompanhando. Nas capas, esse território aparece por caminhos variados. Há a intimidade de uma mesa, a sobreposição de papéis e cores, a luz projetada numa parede, uma porta aberta para o mar e uma paisagem vista por uma fresta.

Cada imagem pode fazer o leitor imaginar um livro diferente. Por isso, trazer essa decisão para o Salão foi também uma forma de aproximar os leitores da construção da edição: compartilhar um dos momentos em que o livro começa a adquirir sua presença material.

A escolha já foi feita. Hoje, mostramos as cinco propostas que participaram desse processo, enquanto guardamos por mais um pouco a revelação da capa escolhida.

Percorra as imagens e conte: qual delas mais desperta sua curiosidade? Que tipo de leitura você imagina encontrar a partir dessa capa?

Para acompanhar os bastidores e participar das próximas conversas sobre os livros, venha para o Salão Literário da Proust.

Cinco meses para nascer um livro

O percurso editorial de Cadernos Proust: Pequenas permanências.

Um livro chega às mãos de quem o lê como um objeto inteiro: capa, páginas, ritmo, vozes, presença. Mas essa unidade é feita de muitas passagens — algumas visíveis, outras deliberadamente discretas.

Em Pequenas permanências, primeiro volume dos Cadernos Proust, estamos atravessando esse percurso. Da ideia inicial ao encontro com os leitores, uma antologia como esta costuma exigir cerca de cinco meses de trabalho editorial: leitura, escolha, conversa, revisão, projeto gráfico, prova e conferência.

Não se trata de apressar um livro até que ele exista. Trata-se de lhe dar o tempo necessário para encontrar a sua forma.

1. A ideia original

Todo livro começa antes de ter título, capa ou páginas. Começa com uma pergunta editorial: o que merece ser reunido? Que conversa queremos abrir? Que presença pode permanecer depois da leitura?

Essa etapa é também a mais silenciosa. Nem toda ideia precisa ser explicada antes de se tornar livro.

2. O edital

Em seguida, a intenção editorial se transforma em convite. O edital precisa dizer com clareza o que está sendo buscado, para quem o chamamento se dirige e como os textos serão recebidos.

É um momento de abertura: o projeto deixa de ser apenas uma possibilidade interna e passa a encontrar outras vozes.

3. A chegada dos textos e a curadoria

Receber originais é receber possibilidades. A leitura exige atenção, tempo e critério: cada texto é considerado em sua própria força, mas também em relação ao conjunto que está começando a se formar.

Curar não é apenas selecionar. É escutar, comparar, organizar e reconhecer quando diferentes textos passam a criar entre si uma constelação.

4. A comunicação aos autores selecionados

A seleção não encerra um processo; ela inaugura uma relação editorial.

É quando comunicamos aos autores escolhidos que seus textos seguirão para a próxima etapa e quando começamos, com a precisão e o cuidado necessários, a construir o livro em conjunto.

5. A preparação editorial

Depois vêm a revisão dos textos e a elaboração dos paratextos: os elementos que acolhem, contextualizam e orientam a leitura sem tomar o lugar das obras.

Cada ajuste procura preservar a voz de quem escreveu. Editar, aqui, é tornar o texto mais nítido sem lhe retirar a matéria própria.

6. O projeto gráfico e a capa

É aqui que estamos agora.

O projeto gráfico não é um acabamento aplicado ao fim do caminho. Ele dá corpo ao livro: define relações entre texto e espaço, ritmo de leitura, hierarquias, pausas, margens e presença material.

A capa participa desse mesmo gesto. Ela não resume o livro, nem precisa revelar tudo de antemão; abre uma primeira porta para ele.

7. A primeira prova diagramada

Com o livro diagramado, os autores recebem a primeira prova de seus textos. É a oportunidade de ver a escrita já inscrita na página, em sua forma de leitura, e de conferir detalhes antes do fechamento.

A prova transforma o texto em objeto editorial.

8. Correções e encomenda da boneca

As observações recolhidas voltam para o arquivo. Corrigem-se detalhes de texto, composição e paginação; conferem-se créditos e elementos técnicos.

Quando o arquivo alcança um estado suficientemente seguro, encomendamos a prova física: a boneca.

9. A conferência da boneca

Nenhuma tela substitui inteiramente a experiência de um livro nas mãos.

A boneca permite conferir papel, contraste, corte, margens, lombada, legibilidade e o ritmo real das páginas. É o momento em que a produção encontra sua verificação mais concreta — e em que o cuidado editorial volta, uma vez mais, a ser decisivo.

10. O lançamento

Só então o livro encontra seus leitores.

O lançamento é a chegada pública de um processo longo, mas não seu ponto final. A partir daí, a antologia passa a viver em outras leituras, conversas, marcas e permanências.

Pequenas permanências está agora ganhando corpo. E é justamente essa passagem — da leitura dos originais à forma do livro — que queremos compartilhar.

A 4ª edição da Proust Magazine está no ar

Outubro começa com uma nova edição da Proust Magazine. A partir de hoje, 1º de outubro, nossa quarta edição chega ao grande público: são 35 trabalhos de 23 autores, reunidos em um encontro de contos, poemas e memórias.

As experiências que atravessam estas páginas são diversas: lembranças que insistem, perdas, desejos, vínculos e transformações. Cada voz traz sua maneira de olhar e de escrever. Ao reuni-las, convidamos o leitor a descobrir aproximações entre textos que nasceram de percursos diferentes.

A edição também aprofunda o diálogo entre literatura e imagem. Sua composição visual participa da leitura, acompanhando as mudanças de atmosfera de um texto a outro.

Para quem acompanha a Proust desde o início, este é mais um capítulo de uma construção compartilhada. Para quem chega agora, fica o convite: escolha um título que desperte sua curiosidade, comece por um poema ou percorra a revista desde a primeira página. Há muitas maneiras de entrar numa edição — e de voltar a ela.

Você pode acessar a edição digital ou adquirir o exemplar impresso pela UICLAP. A apresentação e a relação completa de textos e autores estão na página da 4ª edição.

Agradecemos aos autores pela confiança e aos leitores por fazerem a revista circular. Depois da leitura, queremos ouvir vocês: que texto ficou na memória? Que passagem deu vontade de compartilhar?

Boa leitura!

A pré-venda de No País dos Ianques termina em 4 de outubro

A pré-venda da nova edição de No País dos Ianques, de Adolfo Caminha, termina em 4 de outubro.

Até o fim do dia, o livro está disponível por R$ 69 + frete. A partir de 5 de outubro, o preço passa a R$ 89 + frete.

O título abre a série Vozes do Passado, da Proust Editora, dedicada a recuperar obras que ainda têm algo a dizer ao presente.

Conheça a edição e garanta seu exemplar:
https://prousteditora.lojavirtualnuvem.com.br/produtos/no-pais-dos-ianques-adolfo-caminha/

O absurdo: chamada aberta para a edição de janeiro de 2027 da Proust Magazine

A Proust Editora abre as inscrições para a edição temática de janeiro de 2027 da Proust Magazine, dedicada a O absurdo. Receberemos contos, poemas e memórias em língua portuguesa até 20 de novembro de 2026, às 23h59, horário de Brasília.

Há momentos em que a realidade parece perder a lógica. Em outros, talvez apenas revele uma lógica estranha que sempre esteve ali. O absurdo pode surgir no confronto entre a busca humana por sentido e um mundo que não responde; numa burocracia que se transforma em labirinto; num gesto cotidiano levado às últimas consequências; no humor, no desconcerto, no fantástico ou na própria forma da linguagem.

O texto não precisa empregar a palavra “absurdo”, explicar o tema nem seguir uma tradição estética específica. Interessa-nos a maneira singular como cada obra produz uma fissura no esperado e transforma essa experiência em literatura.

Uma chamada pública e gratuita

O tema foi escolhido por votação entre integrantes do Salão Literário da Proust Magazine, mas a chamada é pública. Não é necessário integrar o Salão, ter obra publicada ou possuir experiência editorial anterior.

Podem participar autoras e autores que escrevam em língua portuguesa, independentemente de nacionalidade ou país de residência. A submissão, a seleção e a publicação são gratuitas.

Serão aceitos:

  • contos;
  • poemas individuais ou pequenos conjuntos poéticos;
  • memórias e textos autobiográficos com elaboração literária.

Cada participante poderá enviar até dois textos, em inscrições separadas. O limite é de quatro páginas por submissão.

Os trabalhos escolhidos formarão a Proust Magazine — Vol. 2 No. 1 (jan/2027), com lançamento previsto para 1º de janeiro de 2027. A edição digital será disponibilizada gratuitamente e poderá haver edição impressa sob demanda, cuja aquisição será opcional.

Leia o edital e envie seu texto

Leia o edital completo

Acesse o formulário de submissão

O Edital Permanente continua aberto

Além da chamada temática de janeiro, o Edital Permanente da Proust Magazine continua recebendo textos para as edições de novembro e dezembro de 2026 e de fevereiro de 2027 em diante.

Conheça o Edital Permanente

As duas chamadas são independentes e utilizam formulários separados. Textos não selecionados para a edição temática não são transferidos automaticamente para o fluxo permanente.

Até 20 de setembro: envie seu texto para a edição de outubro da Proust Magazine

Uma revista começa muito antes de suas páginas serem diagramadas.

Começa quando um texto chega. Depois, outro. Vozes que foram escritas em tempos e lugares diferentes passam a dividir um mesmo espaço editorial e, pouco a pouco, uma nova edição encontra sua forma.

A edição de outubro da Proust Magazine já está em preparação. Autoras e autores que desejem ter seus trabalhos considerados para esse número poderão enviar suas submissões até 20 de setembro de 2026.

O prazo não encerra o Edital Permanente. Os textos recebidos depois dessa data continuarão normalmente em nosso fluxo de leitura e serão considerados para a edição de novembro.

O que a Proust Magazine recebe

O edital contempla contos, poemas e memórias em língua portuguesa. Buscamos trabalhos com voz própria, consistência de linguagem e capacidade de criar uma experiência verdadeira de leitura — textos que possam nascer de uma lembrança, de uma inquietação, de uma invenção ou de uma forma particular de observar o mundo.

Não é necessário ter experiência anterior de publicação. O que importa é que o texto esteja concluído, revisado e pronto para ser lido.

O que acontece quando um texto é selecionado

Na Proust, a seleção não é o fim do trabalho editorial. É o início.

Os textos escolhidos passam por um processo de leitura, revisão e padronização, sempre com cuidado para preservar a voz e a intenção de quem escreveu. Em seguida, entram no projeto gráfico da edição, recebem contexto dentro do conjunto e passam a circular numa revista digital de acesso gratuito.

A publicação não tem custo para o autor. Os direitos autorais permanecem integralmente com quem escreveu, e a autorização concedida à revista é não exclusiva. Cada número também pode contar com uma versão impressa sob demanda, cuja aquisição é inteiramente opcional.

Esse percurso importa porque publicar não é apenas fazer um texto aparecer. É criar as condições para que ele seja lido com atenção, encontre outros textos e permaneça disponível para novos leitores.

Como participar

Antes do envio, consulte o Edital Permanente. Nele estão as orientações completas sobre gêneros, extensão, formatação, direitos autorais e processo de seleção.

Cada submissão deve ser feita exclusivamente pelo formulário oficial. A seleção é contínua e a submissão não implica publicação.

Para a edição de outubro: envie até 20 de setembro de 2026.

Depois de 20 de setembro: o texto seguirá para consideração na edição de novembro.

Leia o Edital Permanente:
https://proustmagazine.org/2026/06/10/sua-voz-nosso-legado-edital-permanente-para-a-proust-magazine/

Envie seu texto:
https://forms.gle/drce96CUb4aUA2fy9

Talvez exista uma página ainda guardada, esperando o momento de caminhar sozinha. Talvez este seja o momento de deixá-la encontrar seus leitores.