Proust Editora abre chamada de originais para a série Vozes do Presente

A Proust Editora abre publicamente as inscrições para a primeira chamada de originais da série Vozes do Presente, criada para formar seu catálogo de ficção de 2027.

A proposta é publicar obras que expressem diferentes maneiras de perceber, interpretar e narrar a experiência contemporânea. O presente não precisa aparecer como tema direto: pode estar na linguagem, nas inquietações da narrativa, na construção dos personagens, no tratamento do tempo e da memória ou na maneira como o autor reorganiza literariamente a experiência.

Obras que podem participar

A chamada recebe:

  • romances;
  • novelas;
  • coletâneas de contos;
  • obras híbridas predominantemente ficcionais.

Os originais devem ser de autoria individual, estar integralmente concluídos, ser escritos em língua portuguesa e ter entre 20 mil e 120 mil palavras. Podem participar autores maiores de 18 anos, de qualquer nacionalidade, residentes ou não no Brasil.

Cada autor poderá inscrever até duas obras, por meio de formulários separados.

Como funcionará a seleção

Na primeira etapa, o autor enviará as 30 páginas iniciais da obra, acompanhadas de sinopse, apresentação da proposta literária, breve biografia e informações sobre o original.

A Proust solicitará a obra completa apenas aos autores que avançarem no processo. Nenhuma decisão final será tomada exclusivamente com base na amostra inicial.

As inscrições e a avaliação são gratuitas. O resultado será divulgado até 30 de novembro de 2026.

Publicação em parceria

Os autores selecionados receberão uma proposta individual de publicação em parceria. A seleção não obriga o autor a aceitar a proposta nem a assinar contrato.

O projeto editorial poderá incluir preparação e revisão do texto, criação de capa, projeto gráfico, diagramação, registros editoriais, publicação, inserção no catálogo e ações de lançamento e divulgação.

A participação autoral nos custos será exigida somente após a seleção, caso o autor aceite formalmente a proposta. Os valores, as etapas de pagamento, os royalties e todas as demais condições estão apresentados de forma transparente no edital.

Não haverá compra mínima de exemplares nem condicionamento da publicação ao cumprimento de metas de venda.

Um novo passo para a Proust

Depois de criar uma revista dedicada à literatura de autoria própria e abrir espaços de circulação para diferentes vozes, a Proust começa agora a construir um catálogo de livros.

Vozes do Presente nasce desse movimento: descobrir projetos literários, acompanhar seu desenvolvimento editorial e contribuir para que obras singulares encontrem seus leitores.

As inscrições permanecem abertas até 30 de setembro de 2026, às 23h59.

Conheça a série, leia o edital completo e envie sua obra:

Quando a revista se torna objeto

A segunda edição impressa da Proust Magazine chegou.

Até esse momento, ela existia como seleção, leitura, revisão, desenho, sequência e promessa. Agora, existe também como matéria: papel, peso, textura, margem, silêncio entre uma página e outra.

Há algo que muda quando um texto deixa a tela. A leitura desacelera. O gesto se torna mais atento. A página impõe outro ritmo e convida o leitor a permanecer um pouco mais.

Foi com esse espírito que construímos esta edição.

A segunda Proust Magazine reúne contos, poemas e memórias escolhidos não apenas pela qualidade isolada, mas pela capacidade de conviverem entre si. Cada texto preserva sua voz, ao mesmo tempo que participa de uma composição maior — uma edição pensada como percurso.

O resultado é uma publicação para ser lida sem pressa.

Pode-se começar pelo início, seguir o movimento proposto pelo sumário e atravessar a revista como quem percorre uma casa. Mas também é possível abri-la ao acaso, encontrar um poema, deter-se em uma imagem, voltar mais tarde a uma passagem que permaneceu na memória.

A edição impressa acrescenta ainda outra dimensão à revista: a permanência.

Ela pode ocupar um lugar na estante, repousar sobre uma mesa, ser emprestada, presenteada ou reencontrada depois de algum tempo. Guarda os textos, mas também registra um momento da Proust Magazine, de seus autores e de seus leitores.

Não pensamos a revista apenas como um conjunto de conteúdos. Pensamos nela como um objeto editorial: algo que merece cuidado em sua forma porque carrega experiências, vozes e lembranças em suas páginas.

Ver o exemplar pronto é também reconhecer o trabalho de todos que ajudaram a torná-lo possível — autores, leitores, colaboradores e integrantes da comunidade que cresce ao redor da revista.

A segunda edição impressa da Proust Magazine já está disponível para quem deseja lê-la longe das telas, guardá-la em sua biblioteca ou oferecê-la a outro leitor.

Talvez algumas leituras terminem na última página.

Outras continuam no objeto que permanece.

O que procuramos para a terceira edição da Proust Magazine

A terceira edição da Proust Magazine, prevista para setembro, já começou a ser construída.

Como nas edições anteriores, procuramos textos que não dependam apenas de uma boa ideia, mas que revelem atenção à linguagem, consistência de voz e uma forma própria de olhar para o mundo.

Recebemos contos, poemas e memórias. Não há um tema obrigatório. O que nos interessa é a força do texto: sua capacidade de criar uma atmosfera, sustentar uma experiência e permanecer no leitor depois da última linha.

Isso pode acontecer de muitas maneiras.

Em um conto, pode estar na precisão de uma cena, no ritmo da narrativa, na construção de uma personagem ou no modo como o texto sugere mais do que explica.

Em um poema, pode surgir na escolha de uma imagem, na tensão entre as palavras, na musicalidade ou naquilo que permanece em silêncio.

Em uma memória, pode nascer do olhar lançado sobre uma experiência vivida — não apenas do que aconteceu, mas da forma como o tempo, a linguagem e a lembrança transformam aquilo que foi vivido.

Não procuramos textos excessivamente ornamentados nem escritos para corresponder a uma fórmula. Também não esperamos que todos tenham o mesmo tom, estilo ou extensão. A Proust Magazine deseja reunir vozes distintas, desde que cada uma delas apresente intenção, cuidado e unidade.

Antes de enviar, vale reler o texto com algumas perguntas em mente:

Ele começa no ponto certo?

Cada passagem contribui para o movimento do conjunto?

Há trechos que explicam aquilo que o leitor já pode compreender?

A linguagem está a serviço do texto ou chama atenção apenas para si mesma?

O encerramento amplia a experiência ou apenas a conclui?

Nenhum texto precisa ser perfeito para ser submetido. Mas é importante que tenha passado por uma revisão atenta e que seu autor reconheça nele uma forma já suficientemente amadurecida para encontrar novos leitores.

A seleção não é uma busca pelo texto “mais correto” ou pelo autor com maior trajetória. É uma leitura de conjunto: procuramos obras que tenham identidade própria e que possam dialogar com as demais páginas da edição.

Se você escreve contos, poemas ou memórias e acredita que um de seus textos está pronto para seguir adiante, convidamos você a conhecer o edital permanente da Proust Magazine.

A terceira edição começa agora — e talvez uma de suas páginas esteja com você.

Uma sala para continuar a conversa

Algumas conversas começam com um livro, atravessam uma página e continuam muito depois da leitura.

Foi desse desejo que nasceu o Salão Literário da Proust Magazine: criar um espaço em que leitores, autores e pessoas interessadas em literatura possam trocar impressões, compartilhar descobertas, comentar textos, indicar livros e acompanhar as conversas que surgem em torno da revista.

O Salão não exige presença constante. Há quem participe com frequência, quem apareça apenas quando um tema desperta interesse e quem prefira acompanhar em silêncio. Todas essas formas de presença são bem-vindas.

Mais do que um grupo de mensagens, buscamos cultivar uma atmosfera: atenta, acolhedora, generosa e dedicada à literatura. Um lugar em que a divulgação de textos, livros, projetos e eventos possa acontecer com contexto e moderação; em que as diferenças de leitura ampliem a conversa; e em que cada participante ajude a preservar o cuidado com o espaço comum.

O Salão também é uma forma de aproximar a Proust Magazine de seus leitores. Ali, compartilhamos novidades, abrimos conversas sobre leitura e escrita e acompanhamos o caminho de cada nova edição.

Não é preciso ser escritor, publicar livros ou conhecer profundamente teoria literária. Basta gostar de literatura e desejar fazer parte de uma comunidade em que os livros sejam ponto de encontro.

Se essa proposta faz sentido para você, será um prazer recebê-lo no Salão Literário da Proust Magazine.

Entre por aqui e venha continuar essa conversa conosco.

O que faz de um grupo de leitores uma comunidade literária?

Nem todo grupo reunido em torno dos livros se torna, de fato, uma comunidade literária.

À primeira vista, basta aproximar pessoas que gostam de ler e escrever. Logo surgem indicações, comentários, poemas, notícias, convites, dúvidas e descobertas. Mas a existência de um interesse comum não garante, por si só, a construção de um espaço de convivência.

Uma comunidade começa quando as pessoas percebem que não estão apenas enviando mensagens: estão entrando em uma sala compartilhada.

Toda sala tem uma atmosfera. Ela se forma aos poucos, pelo tom das conversas, pela atenção concedida aos outros e pela capacidade de reconhecer o momento adequado para falar, escutar ou permanecer em silêncio. No ambiente digital, onde tudo chega com rapidez e compete por alguns segundos de atenção, esse cuidado se torna ainda mais necessário.

O silêncio, aliás, também é uma forma de participação. Há leitores que comentam frequentemente, outros que aparecem apenas quando determinado texto os toca e muitos que acompanham as conversas sem se manifestar. Nenhuma dessas presenças é menos legítima. Uma comunidade literária não exige desempenho constante. Ela oferece espaço para diferentes maneiras de estar perto da literatura.

Isso não significa ausência de espontaneidade. Pelo contrário: os melhores encontros são aqueles nos quais uma lembrança, uma leitura ou uma pergunta podem surgir sem cerimônia. Mas a espontaneidade não precisa excluir a atenção. Antes de compartilhar alguma coisa, talvez baste perguntar: isso contribui para a conversa que estamos construindo?

A divulgação de livros, projetos, eventos e trabalhos autorais também pode enriquecer o espaço. Uma comunidade literária deve permitir que seus participantes apresentem aquilo que criam. A diferença está na maneira de fazê-lo. Quando há contexto, moderação e disposição para também conhecer o trabalho dos outros, a divulgação deixa de ser apenas promoção e passa a fazer parte da troca.

O mesmo vale para as discordâncias. A literatura dificilmente produz unanimidade — e talvez nem devesse produzi-la. Um texto pode comover um leitor e deixar outro indiferente. Uma interpretação pode revelar o que alguém não havia percebido. Divergir, nesse ambiente, não deveria significar encerrar a conversa, mas ampliá-la.

Construir uma comunidade literária é, portanto, um trabalho discreto. Depende menos de grandes declarações do que de pequenos gestos repetidos: acolher quem chega, responder com generosidade, evitar ocupar todo o espaço, compartilhar com critério, respeitar o silêncio e lembrar que, do outro lado de cada mensagem, existe alguém oferecendo parte de sua atenção.

Talvez seja isso que diferencia uma comunidade de um simples fluxo de notificações.

Os livros nos aproximam, mas é o cuidado com a convivência que permite que permaneçamos juntos.

A frase que nos faz levantar os olhos da página

Algumas frases passam por nós sem resistência.

Cumprimos o percurso das palavras, chegamos ao ponto final e seguimos adiante. Elas fazem o que precisam fazer: conduzem a narrativa, apresentam uma ideia, ligam uma cena à seguinte.

Outras nos obrigam a parar.

Não necessariamente porque sejam difíceis. Às vezes, acontece o contrário. A frase é simples, quase evidente. Mas alguma coisa nela encontra uma lembrança, uma inquietação ou uma pergunta que já existia em nós antes da leitura.

Então levantamos os olhos da página.

O livro continua aberto, mas durante alguns segundos deixamos de lê-lo. Olhamos para a janela, para uma parede, para nada em particular. A frase acaba de criar um espaço entre o texto e o mundo.

Talvez esse seja um dos sinais mais discretos de uma leitura verdadeira.

Não se trata apenas de compreender aquilo que foi escrito. Trata-se de permitir que as palavras interrompam o ritmo habitual das coisas. Que nos obriguem a permanecer um pouco mais diante de uma imagem, de uma escolha ou de uma ausência.

Há frases que nos devolvem alguma coisa que havíamos esquecido.

Uma casa onde já não moramos. Um gesto que não soubemos interpretar. Uma conversa que terminou cedo demais. A maneira como alguém segurava uma xícara, arrumava os cabelos ou ficava em silêncio quando não havia mais nada a dizer.

O escritor talvez não conheça nenhuma dessas coisas.

Ele escreveu a partir de outra casa, outra pessoa, outro silêncio. Ainda assim, a frase atravessa a distância e encontra uma experiência que não estava no texto, mas no leitor.

É por isso que a mesma página nunca é exatamente a mesma para duas pessoas.

Cada leitor chega acompanhado de suas lembranças. Algumas permanecem quietas. Outras reconhecem nas palavras uma passagem e se aproximam.

Também é por isso que certas frases mudam com o tempo.

Aquilo que lemos sem atenção aos vinte anos pode nos deter aos quarenta. Uma passagem que antes parecia apenas triste pode, depois de uma perda, tornar-se precisa demais. O texto não mudou. Mudou a pessoa que voltou a encontrá-lo.

Talvez não seja possível procurar deliberadamente essas frases.

Elas aparecem quando estamos lendo por outra razão. Não anunciam a própria importância. Às vezes estão escondidas no meio de um parágrafo, longe das grandes conclusões e das palavras que parecem ter sido escritas para serem citadas.

Quando surgem, porém, sabemos.

A leitura diminui. O corpo permanece imóvel. Por alguns instantes, já não estamos inteiramente dentro do livro nem fora dele.

Estamos naquele pequeno intervalo em que uma frase encontrou alguma coisa que ainda não sabíamos dizer.

Enquanto uma edição circula, a próxima começa a nascer

Ontem, a segunda edição da Proust Magazine começou a circular.

Depois de semanas de leitura, seleção, edição e preparação, a revista deixou as nossas mãos e passou a seguir o seu próprio caminho. Agora, começa o tempo dos leitores: das páginas abertas devagar, das frases sublinhadas, dos textos que permanecem depois que a leitura termina.

Mas o trabalho editorial não se encerra quando uma edição é publicada.

Enquanto uma revista encontra seus leitores, a próxima começa a ser construída. Novos textos chegam. Outras vozes se apresentam. A leitura e a curadoria continuam, quase sempre em silêncio, antes que uma nova edição encontre sua forma.

O edital permanente da Proust Magazine segue aberto para o envio de contos, poemas e memórias.

Buscamos textos que revelem um olhar próprio, que encontrem precisão na linguagem e que consigam transformar uma experiência, uma lembrança ou uma inquietação em literatura. Não procuramos um único estilo ou tema. Procuramos textos que tenham algo a dizer e que encontrem a forma necessária para dizê-lo.

Cada submissão é lida com atenção. Algumas começam um percurso de edição. Outras permanecem conosco como parte de uma conversa que talvez ainda precise de tempo. A curadoria não acontece apenas quando se aproxima o fechamento de uma edição: ela é um processo contínuo, feito de leitura, reflexão e escolha.

A terceira edição já começa a nascer.

Talvez, neste momento, exista um texto guardado em uma gaveta, esquecido em uma pasta ou ainda esperando a última revisão. Talvez exista apenas uma ideia, uma cena, uma lembrança que insiste em voltar.

Às vezes, uma revista começa assim: com alguém decidindo que chegou a hora de deixar o texto caminhar sozinho.

Envie seu texto para a Proust Magazine.

A segunda edição da Proust Magazine começa a circular

Hoje, 1º de agosto, a segunda edição da Proust Magazine chega oficialmente aos leitores.

Depois de semanas de leitura, seleção, edição e preparação, a revista começa a seguir o seu próprio caminho. Reúne contos, poemas e memórias de autores que confiaram seus textos a este projeto e aceitaram participar de uma publicação construída com cuidado, tempo e atenção.

Cada nova edição confirma aquilo que deu origem à Proust: a vontade de criar um espaço em que a literatura não seja consumida depressa e logo esquecida. Uma revista que possa permanecer sobre uma mesa, acompanhar uma viagem, esperar na cabeceira e ser reencontrada algum tempo depois.

Nas páginas desta edição, diferentes vozes se aproximam sem perder aquilo que têm de singular. Há lembranças que resistem, instantes aparentemente pequenos que revelam uma vida inteira, palavras que procuram compreender o amor, a ausência, o pertencimento, o tempo e aquilo que permanece quando quase tudo já passou.

A Proust Magazine nasceu como um lugar de encontro. Entre autores e leitores, entre textos e experiências, entre aquilo que foi vivido e aquilo que ainda pode ser imaginado.

Este lançamento também pertence às pessoas que acompanharam a construção da revista: aos integrantes do Salão Literário, aos autores que compartilharam o projeto, aos leitores da primeira edição e a todos que ajudaram a Proust a chegar até aqui.

A partir de hoje, a segunda edição está disponível para o público.

Que ela encontre leitores atentos. Que circule. Que seja aberta, lida, marcada e guardada.

E que algumas de suas páginas permaneçam.

Amanhã, a segunda edição encontra seus leitores

Amanhã, 1º de agosto, a segunda edição da Proust Magazine será lançada oficialmente.

Até aqui, ela existiu como arquivo, prova, sequência de escolhas e trabalho compartilhado. Passou pela leitura dos originais, pela seleção dos textos, pela edição, pela preparação das imagens e pela construção cuidadosa de cada página.

Agora começa outra etapa.

Os textos deixam o espaço de produção e chegam às mãos de quem ainda não os conhece. Um conto poderá ser lido durante uma viagem de ônibus. Um poema poderá interromper uma manhã apressada. Uma memória poderá despertar outra, guardada há muito tempo por alguém que o autor nunca encontrou.

É nesse momento que uma revista começa verdadeiramente a existir.

Esta edição reúne 23 textos de 19 autores, entre contos, poemas e memórias. São diferentes vozes e maneiras de observar o tempo, a infância, a perda, o amor, a desigualdade e as mudanças que atravessam uma vida.

Nenhum texto chega sozinho ao leitor. Cada um traz consigo a confiança de quem o enviou, o trabalho de quem o preparou e a expectativa de que suas palavras encontrem alguma forma de resposta.

Amanhã, a segunda edição estará disponível nas versões digital e impressa.

Depois de meses de trabalho, suas páginas finalmente poderão seguir sem nós.

E encontrar seus leitores.

Duas formas de ler a segunda edição da Proust Magazine

A segunda edição da Proust Magazine chega ao público em 1º de agosto, em duas versões: digital e impressa.

O conteúdo é o mesmo. São 23 textos de 19 autores, entre contos, poemas e memórias. O que muda é a experiência de leitura.

Edição digital

A versão digital permite acesso imediato à revista, em qualquer lugar.

Pode ser lida no computador, no tablet ou no celular. É a escolha mais simples para quem deseja conhecer a edição assim que ela for lançada, sem esperar pelo envio do exemplar físico.

Também facilita a releitura de um texto específico, a consulta ao sumário e o compartilhamento do projeto com outros leitores.

Edição impressa

A versão impressa transforma a revista em objeto.

Há outra relação com o ritmo quando as páginas são viradas, os textos ganham intervalo e a leitura deixa de disputar espaço com notificações e outras janelas abertas.

A capa, as imagens, a diagramação e a sequência dos textos foram pensadas também para essa experiência material.

O exemplar impresso estará disponível por R$ 55, com produção e envio realizados pela UICLAP.

A mesma edição, dois caminhos

A escolha entre o digital e o impresso não precisa ser uma oposição.

Há quem prefira começar pela versão digital e depois guardar o exemplar físico. Há quem queira receber a revista em casa e lê-la longe das telas. Há também quem encontre valor em cada formato por razões diferentes.

Em ambos, o leitor encontrará textos sobre tempo, infância, perda, desigualdade, amor, memória e transformação.

Encontrará um homem que passa a medir a vida em minutos. Uma avó que retorna pelo cheiro do café. Um menino tentando compreender a morte de seu coelho. Uma mulher ignorada diante do vidro de um carro blindado. Uma carta que demorou um século para encontrar Marcel Proust.

Digital ou impressa, a segunda edição reúne as mesmas páginas.

O que muda é a forma como cada leitor escolhe atravessá-las.

A segunda edição da Proust Magazine será lançada oficialmente em 1º de agosto.